
Ana Cecília Rocha Veiga é Professora Associada da UFMG. Formada em Arquitetura e Urbanismo (2001), com Especialização em Tecnologia e Produtividade das Construções (2002), Especialização em Altas Habilidades/Superdotação (em andamento) e Doutorado em Arte e Tecnologia da Imagem pela Escola de Belas Artes da UFMG (2012), linha Conservação Preventiva.
Iniciou sua carreira docente em 2004. Como professora substituta, integrou o Departamento de Análise Crítica e Histórica da Arquitetura e do Urbanismo da UFMG.
Em 2006, tornou-se concursada efetiva no Departamento de Tecnologia da Escola de Arquitetura, Urbanismo e Design da UFMG, lecionando também na Escola de Engenharia desta mesma universidade. Em 2017, transferiu-se para a Escola de Ciência da Informação, onde se encontra o Curso de Museologia.
Desenvolve projetos e pesquisas em gestão de museus, gestão de acervos, gestão do patrimônio cultural, gestão inclusiva, acessibilidade digital, Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), inteligência artificial, humanidades digitais, neurodiversidade nos museus e nas artes, altas habilidades e superdotação.
É ex-diretora do Museu da Escola de Arquitetura da UFMG (MARQ), tendo sido ainda sua representante na Rede de Museus da UFMG. Idealizadora e gestora do Portal Webmuseu e do laboratório virtual LavMUSEU UFMG.
Participou das atividades de feedback para desenvolvimento do Manual para Gestão de Coleções Digitais (Toolkit for Managing Digital Collections, lançado em 2023), recurso relacionado do Spectrum, Collections Trust UK. O Spectrum é o padrão do Reino Unido, considerado a principal referência internacional para gestão de coleções e adotado pelos museus ao redor do mundo. A UFMG foi a única instituição da América Latina representada nos workshops.
Ex-Membro da Câmara de Assessoramento e Avaliação de Projetos de Ciências Humanas, Sociais e Educação da FAPEMIG (CHE), responsável por conceder os recursos e financiamentos da agência para as áreas de museus e artes (2025).
Autora do livro Gestão de Projetos de Museus e Exposições, publicação da sua tese de doutorado, que esgotou a primeira edição e tem sido reimpresso desde então. O livro é adotado como referência por diversos concursos públicos para professores e profissionais da área de Museologia e cultura. Também faz parte da bibliografia de referência indicada por cursos de graduação, MBA e pós-graduação no país.
Coautora de seis outros livros, sendo um publicado pela ANTAC e dois internacionais. Destaque para o capítulo sobre o projeto Pedras Sabidas.
O projeto Pedras Sabidas – Circuito Acessível de Expositores Interativos, coordenado pela autora, foi premiado pelo Programa Ibermuseos, convidado para apresentar uma sessão como fazer no MuseWeb em Boston e selecionado pelo Smithsonian Institution para integrar um livro sobre as melhores práticas e pesquisas em interatividade digital inclusiva, sendo o único capítulo da América Latina na publicação. O Smithsonian é o maior complexo de museus e instituições de pesquisa do mundo, localizado em Washington D.C.
Casada há 20 anos com seu amado esposo, Alberto Nogueira Veiga, especializado em cardiologia e medicina de família e comunidade. Compartilha com ele as dificuldades e as tantas alegrias de criar um casalzinho de filhos. Um menininho que nasceu em 2014 e uma menininha que chegou em 2017. O blog desta plataforma é um legado de ideias para eles.
Evangélica progressista, defende que fé e ciência são plenamente compatíveis. Como anunciou o apóstolo Paulo, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três. E o maior destes é o amor.


